Sabe aquelas canções que todo DJ que se preze não pode esquecer nas melhores festas regadas a rock n' roll? Pois é. Muitas delas completam, neste ano, a marca de 30 anos de estrada. Confira as inesquecíveis: 1) Jump - Van Halen
2) Dancing in the dark - Bruce Springsteen
3) Runaway - Bon Jovi
4) Round and round - Ratt
5) Rock you like a hurricane - Scorpions
6) We're not gonna take it - Twisted Sister
7) Heaven's on fire - Kiss
8) Balls to the wall - Accept
9) Looks that kill - Motley Crue
10) Rock you - Helix
Bônus
O ano de 1984 também nos brindou baladas que já embelezaram filmes, como o recente Rock of ages
No final de janeiro de 1984, o mundo conhecia o álbum de estreia de uma das bandas de hard rock que mais fazem sucesso até hoje: Bon Jovi. Com o mesmo nome do grupo, o disco mostrou desde canções animadas, como Roulette e Burning for love, que não fizeram tanto sucesso comercial, até baladas que acompanham a banda há tantos anos. Destaque para a suave She don't know me.
Por meio desse álbum, Bon Jovi garantiu sucesso considerável, tornando-se querida pelo público e já começando a dar sinais que seria uma banda que atrairia multidões em seus shows pelo som agradável e pelo carisma do líder Jon Bon Jovi. No vídeo da execução ao vivo da música Breakout pode-se perceber o visual característico das hair bands dos anos 80: muitas cores, visual exagerado e cabelo com permanente.
A canção-destaque do disco do grupo nascido em New Jersey (Estados Unidos), em 1983, é Runaway. Com a clássica abertura com solo de teclado, é obrigatória nos shows até hoje. Jon Bon Jovi costuma, inclusive, anunciá-la com ar de nostalgia como fez na última apresentação no Rock in Rio no ano passado.
Existem inúmeras bandas de rock, vários álbuns lançados, incontáveis canções espalhadas por aí. No mundo do hard rock, então...
Se fôssemos elencar os principais discos deste estilo, a seleção, com certeza, seria bem difícil. Entretanto, um deles, lançado há 25 anos, não poderia faltar de modo algum na referida lista.
Julho de 1987. O mundo presenciou o lançamento de Appetite for destruction - o primeiro álbum da então não tão conhecida banda Guns n' Roses. Segundo relatos, imediatamente não fez "aquele" sucesso, mas, aos poucos, o público deu crédito à hair band e às 12 canções que compõem o já mítico disco.
Depois de tanto tempo de lançamento, o álbum ainda é considerado, pela maioria dos gunners, como o mais completo e o que contém as melhores músicas do início ao fim. Shine and Rock concorda!
Capa famosa O disco em vinil é considerado uma relíquia. A capa é famosa pela imagem agressiva e impactante, que casa muito bem com o título. A contra capa não deixa a desejar; pelo contrário, apresenta a foto dos integrantes originais (Axl, Slash, Duff, Izzy e Steve Adler) super novos e com muita expectativa pela frente.
Há exatos 41 anos, o mundo perdia um dos seus poetas do rock: Jim Morrison, vocalista da mítica banda The Doors. Sem ele, o grupo tentou seguir carreira, mas sem o tal poeta não tinha mais graça, já que ele era, indubitavelmente, o corpo e a alma da banda, e cuja interpretação das canções marcou para sempre, pela sua entrega total.
Morrison, segundo livros e outras fontes, queria mesmo ser poeta. E pôde exercer a sua arte com bastante destaque durante seis anos, tempo no qual esteve à frente do The Doors. Outro ponto a ressaltar sobre a personalidade do artista eram suas atitudes provocadoras tanto no palco quanto fora dele. Ele deixou o mundo no dia 3 de julho de 1971, quando foi encontrado morto na banheira do seu apartamento, em Paris.
Poeta homenageou dois outros poetas
O nome da banda foi retirado do livro The doors of perception, de Aldous Houxley, na moda nos anos 60. Este autor se baseou no poeta da época áurea do Iluminismo, Willlian Blake, cuja famosa citação é: "If the doors of perception were cleansed everything would be appear to man as it is, infinite" - "Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo pareceria ao homem como é: infinito"
Quando era criança e perguntava para meus pais qual era a melhor banda do mundo; sem titubear, eles diziam "The Beatles". Cresci, então, ouvindo esse grupo e muitas outras relíquias musicais, entre elas: Pink Floyd, Led Zeppelin, Jimi Hendrix...
Voltando aos Beatles. Durante muito tempo me perguntei por que era a melhor banda do mundo. Investiguei, li, escutei, vi e, finalmente, constatei a importância do grupo. E concordei que, nos anos 60, eles reinaram absolutamente e eram, de fato, "os melhores do mundo". É só pensar: contestação à época, cabelos compridos à época, histeria explícita das garotas e admiração contida dos garotos, e rebeldia também. Sim, toda banda que se preze de rock, tem que ter a tal rebeldia. Enfim: se não fosse o quarteto fantástico de Liverpool, talvez o rock n' roll tivesse tomado outro rumo. Entretanto, é difícil pensar nessa hipótese; afinal, o que seria de nós, rockeiros, sem The Beatles?
Essa rápida reflexão acontece quando o mais bem sucedido dos beatles (vivo) completa 70 anos: Paul McCartney. Ele ainda faz e acontece. Sempre. Seus shows lotam. Todos querem ver e contemplar a lenda-viva e o legado musical fantástico que ele e seus ex-companheiros realizaram. E acredito, piamente, que quem foi uma vez ao seu show, quer ir novamente. O espectador quer ver cada ruga e entusiasmo de Paul. Cada ruga do Paul remete a uma situação, fato ou acontecimento, que o mundo inteiro pôde presenciar. Afinal o beatle entrou muito novo no grupo: com apenas 18 anos já se apresentava no Cavern Club, em Londres. E a partir daí todos os apreciadores conhecem a história.
Voltando à minha infância: lembrar dos Beatles é lembrar de Paul (o beatle dos quais meus pais sempre falavam, pelo menos nos anos 80. Talvez porque John Lennon já tivesse se ido). E ao lembrar de Paul, imediatamente me vem à cabeça esta canção, de 1969, e uma das últimas do grupo.
Gosto do som. Gosto da letra. Gosto muito de Let it be.
Ontem, fez 18 anos que o Kurt Cobain, líder do Nirvana, morreu. Embora o músico tenha se ido de uma forma trágica, deixou um legado muito importante no mundo do rock.
Nirvana foi a banda mais famosa de grunge e marcou época, tornando-se revolucionária. Surgiu em 87, mas atingiu o auge no ano de 91, no qual lançou o hit poderoso Smells like teen spirit. Quem que, nessa época, tinha uns sete ou oito anos ou mais não se recorda do sucesso absoluto dessa canção?
Legado
O grupo lançou três álbuns de estúdio (Bleach, Nevermind e In Utero) e três ao vivo, entre os quais o de maior destaque, o acústico MTV Unplugged in New York (novembro de 94).
Seja pelo legado de Kurt e Nirvana, seja pelas canções inteligentes (apesar de depressivas), Shine and Rock resolveu fazer um top 5, o qual começa com uma música não do Nirvana e, sim, do David Bowie: The man who sold the world. Motivo? a versão do Nirvana agrada mais, principalmente em formato acústico.
Angus Young do AC/DC completa hoje 57 anos. E pode se orgulhar de ser um dos melhores guitarristas do mundo, de acordo com a revista Rolling Stone(24º posição). A sua precisão, técnica musical e solos fantásticos merecem toda a admiração e respeito possíveis.
Agora, Angus não é só um guitarrista excepcional. A sua figura é marcante e é difícil que alguém que aprecie o rock não reconheça a sua grandiosidade no palco, em especial pela sua característica única: o uso do uniforme. Quem poderia imaginar um grupo de hard rock, cujas musicas falam sobre inferno, sexo, armas, guerra e, é claro, muito rock n' roll, poderiam ter, como um dos seus integrantes, um garoto vestido com roupa colegial?
Esse simples detalhe foi muito bem pensado e confere a Angus, há quase 40 anos, o destaque principal da banda australiana. Sim, porque, normalmente, é o vocalista quem lidera ou é o chamariz dos grupos. O guitarrista, entretanto, obteve e obtém a visibilidade quase que total dos fãs do AC/DC.
Respeito
Que fique claro o respeito total pelos demais membros do grupo (Brian Johnson, Malcolm Young, Cliff Williams e Phil Rudd). AC/DC só é AC/DC - uma das melhores bandas de hard rock que existem - pela mescla de todos esses talentos. Lembrando que Bon Scott, o primeiro vocalista que faleceu em 1980, é lembrado até hoje com saudosismo e é até considerado o melhor vocalista do grupo por alguns fãs.
Voltando ao Angus...
...no video abaixo, do último dvd que AC/DC lançou de um show ao vivo (em River Plate, na Argentina), comprova-se como a sua figura é mítica e chama a atenção de todo e qualquer presente.
Há exatos 64 anos, nascia aquele cuja voz é única no mundo do rock. Com agudos inimitáveis, oferece aos seus fãs primazia e brilhantismo ao entoar as suas canções. A sua personalidade é marcante e as vestimentas, também. Nos seus shows, as echarpes penduradas no seu microfone são garantia de sucesso. O microfone não é só um microfone e, sim, uma atração à parte, um instrumento particular por meio do qual expressa suas emoções fazendo delirar a plateia fiel da sua banda Aerosmith.
Famoso por seu bom-humor, boca grande e sorriso característicos, Steven Tyler, ariano do dia 26 de março, é uma das figuras mais míticas não só do rock como de todo o mundo da música. Além disso tudo, é a atração principal de um dos programas de maior sucesso da TV, o American Idol.
Shine and Rock não poderia deixar de prestar a sua homenagem a este gênio no dia do seu aniversário. Para comemorar, que tal uma sequência de caras e bocas do Steven capturadas do penúltimo show que fez em São Paulo, no dia 29 de maio de 2010?
Hoje, o dono da voz mais maravilhosa e um dos melhores guitarristas de toda história do rock progressivo completa 66 anos: Sir David Gilmour.
A sua história de vida se funde com a do Pink Floyd; afinal, ele entrou muito novo na banda no lugar do Syd Barrett, em 1968. Desde aquele ano, exerce toda a sua genialidade musical e vocal, sendo peça-chave de uma das maiores bandas que já existiram em toda a história do rock.
Shine and Rock acredita que Gilmour tem técnicas musicais únicas e leva muito da sua personalidade ao ato sublime de tocar violão e guitarra. Com esta última, realiza solos incomensuravelmente brilhantes, tais como os das músicas Shine on you crazy diamond, Confortably numb, Run like hell, Time, entre muitos outras. E sua voz é mágica e com intenso poder relaxante.
David Gilmour é mítico. Um ícone. Um lord do rock progressivo.
O seu cabelo já foi de diversas maneiras (cabelo poodle 80's, liso escorrido, curto, repicado, com luzes, mechas, etc), o visual também se alterou ao longo dos anos (hard rocker, mais certinho, até meio country); as letras escritas por ele e a voz, entretanto, insistem em permanecer impecáveis. Ainda bem. Agradecemos.
Hoje, 2 de março, completa 50 anos um dos maiores e mais respeitados vocalistas de rock de todos os tempos: Jon Bon Jovi, cujo sobrenome originou uma banda ímpar e fantástica, de New Jersey (EUA), que já conta com 29 anos de estrada.
O que se sabe de Jon Bon Jovi é muito pouco, pois, ao contrário de muitos artistas, escândalos e aparições constantes em público não são com ele. Sabemos, no entanto, que, além de músico e cantor excepcional, é um empresário de sucesso. Outro destaque de Bon Jovi são as aparições esporádicas no mundo hollywoodiano. Entre os filmes dos quais participou, destacam-se Moonlight Valentino, Cry Wolf- O jogo da mentirae o mais recenteNoite do ano novo.
Discos solo
Quem acompanha o vocalista do Bon Jovi sabe que ele se aventura, eventualmente, lançando discos solo, cujos sucessos mais conhecidos são:
Blaze of Glory, álbum que compôs a trilha sonora do filme Jovens demais para morrer, com os hits Miracle e o do mesmo nome do disco, no início dos anos 90;