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terça-feira, 30 de setembro de 2014

13 lugares que todo fã de rock deve conhecer

Todos os que se vangloriem de saber tudo sobre rock and roll devem conhecer (e, se possível, visitar!) uma série de lugares que são espaços míticos da história do gênero. Ruas, bares, muros, porões, todo tipo de templos localizados essencialmente na Inglaterra e nos Estados Unidos, países-berço do rock. Maiores ou menores, estes cantinhos foram testemunhas da passagem de muitas lendas da mitologia roqueira e, por isso, hoje são parte desta lista dos pontos mais importantes da história do rock.

Abbey Road

Talvez a imagem mais popular da historia do rock de todos os tempos a protagonize essa mítica rua sobre a qual se pode ver caminhando os quatro Beatles, atravessando a faixa de pedestres de Grove End na interseção com Abbey Road, em Londres, em frente aos estúdios de gravação da banda. É uma fotografia bastante improvisada na qual John Lennon, Ringo Starr, Paul McCartney e George Harrison caminham de perfil para o espectador, sem olhar para a câmera. O autor da fotografia é Ian McMillan, quem subiu em uma escada em plena rua e os fotografou em 10 minutos, sem flash, nem filtros, nem teleobjetivas. A imagem percorreu o mundo já que constitui a capa do último disco de estúdio da banda.


CBGB

O famoso bar CGGB, localizado na rua Bowery 315, em Nova York, é um dos templos mais emblemáticos do rock nos Estados Unidos. Suas iniciais significam Country, BlueGrass e Blues, pelos estilos que eram tocados por ali, mas logo foi cenário de muitos outros estilos musicais que foram surgindo nas décadas seguintes. Nasceu em 1973 e é famoso por ser o espaço onde começaram a tocar bandas como Ramones, Blondie e Talking Heads. Fechado em 2006 por uma acumulação de dividas, ofereceu um último show protagonizado por Blondie e Patti Smith.


The Cavern Club

Esta histórica caverna do rock inglês, localizada na cidade de Liverpool, foi cenário de lendárias bandas como The Rolling Stones, The Who e Elton John, entre outras. Embora tenha começado como um espaço de jazz, transformou-se no centro de bandas de todo tipo de música e em especial do rock com uma banda, então desconhecida, chamada The Quarrymen, integrada por três dos que se transformariam nos quatro Beatles. Ate então, os olhares estavam em Londres, mas graças ao movimento musical que começou a se ver em Liverpool e Manchester, lugares como esse clube adquiriram valor.


Route 66

Famosa por ser a estrada principal dos Estados Unidos, conta com um trajeto de mais de 3.200 km que vai desde Chicago até Los Angeles. Reconhecida por ser a rota que leva à mítica Califórnia e atravessa as paisagens mais maravilhosas dos Estados Unidos como o Grand Canion, o rio Mississipi, o deserto do Arizona e vários parques nacionais para culminar nas praias californianas. Muitas bandas têm viajado ao longo dela e têm dedicado temas a essa rota que constitui um passeio pelo coração da cultura norte-americana. O mais conhecido é "Get your kicks on route 66"  que tem versões de Rolling Stones, Depeche Mode e Nat King Cole, entre outros.



The Marquee

Pela rua londrinense Wardour Street, existe um famoso clube com muita história roqueira. Trata-se do histórico The Marquee, palco de shows de alguns dos maiores artistas da Inglaterra. Jimi Hendrix, The Who, Led Zeppelin, David Bowie e os Rolling Stones foram protagonistas desse espaço londrino. Foi nesse local que Pete Townshend, guitarrista do The Who, quebrou uma guitarra no palco pela primeira vez, criando uma das imagens mais míticas do rock.


Electric Lady Studios

Esse estúdio de gravação, aberto por Jimi Hendrix na cidade de Nova York em 1970, teve como protagonistas várias figuras da história do rock. Lá, Patti Smith gravou Horses, seu álbum de estreia, com John Cale. Também gravaram ali The Clash, AC/DC, Led Zeppelin, White Stripes , David Bowie, The Rolling Stones e Pretenders, entre outros. E para Hendrix foi o espaço-testemunha da sua última gravação: Slow Blues.


Roxy

O famoso teatro Roxy foi um clube noturno, localizado na zona hollywoodiana de Sunset Strip, na California. Abriu em 1973 e, na semana inaugural, Neil Young e sua banda The Santa Monica Flyers o tornaram famoso. Em seguida, a mítica banda Genesis, com Peter Gabriel, apresentou-se várias vezes deixando grandes lembranças pelos seus shows originais. Tendo ganhado popularidade, recebeu músicos de todo tipo, desde Bob Marley até Guns N' Roses, passando por Nirvana, Bob Dylan, Bruce Springsteen e Red Hot Chili Peppers, só para citar alguns.


  
The Hacienda

Como não poderia faltar um espaço musical na cidade inglesa de Manchester, aqui se lembra o famoso “Fac 51 Hacienda” ou simplesmente conhecido como "The Hacienda". Trata-se de um clube noturno que foi cenário muito popular da música na Inglaterra, inaugurado em 1982 e fechado em 1997 por inconvenientes econômicos. No seu financiamento interveio a banda New Order e o selo Factory records. O filme “24 Hour Party People” conta a historia desse mítico clube, que foi demolido em 2002 para construção de apartamentos.


Piccadilly Circus

Nesse caso é uma famosa praça de Londres que marca presença nesta lista, já que, assim como a imagem de Abbey Road, a imagem de Piccadilly Circus na capa do disco homônimo de The Who é uma das mais conhecidas na historia do rock. Essa praça, lembrada pelas suas placas luminosas, fotografada milhares de vezes e capturada em filmes, é visitada por milhares de turistas que posam  diante dela e recordam aquele disco. Localizada no bairro de Westminster, na interseção das ruas Regent e Shaftesbury, representa uma zona comercial muito transitada e passa-se por ela para chegar aos teatros que ficam na imediações. Quando foi criada, tinha forma circular, mas as construções adjacentes foram modificando esse aspecto inicial. A fonte ao centro e a estátua de uma espécie de anjo em homenagem ao autor Shaftesbury; fotografias inevitáveis para quem visita o lugar.


A mansão de Freddie Mercury em Londres

Queen, a super banda de Freddie Mercury, lendária na cidade inglesa de Londres, deixou vários espaços interessantes que fazem parte da sua história: estúdios de gravação, o bar favorito do cantor onde conheceu Brian May e Roger Taylor, a universidade onde estudaram, etc. Mas o lugar mais representativo por causa do trágico final de Mercury é sua mansão no bairro de Kensington. Ali viveu e morreu e hoje os visitantes que passam por ali costumam deixar flores na porta do Garden Lodge, como é conhecido o lugar.


A sepultura de Jim Morrison

Nesse caso, é um espaço diferente, protagonizado pelo famoso compositor e cantor de The Doors, Jim Morrison. O músico que morreu em 1971, na sua casa no bairro parisiense de Le Marais, com menos de 30 anos e de uma maneira duvidosa, foi o centro de muitas hipóteses em torno de sua morte. Encontraram-no no chão do banheiro sem mais explicações, por isso se tem falado de overdose, homicídio e suicídio. Por ser uma figura tão carismática, sua sepultura no Cemitério de Pére Lachaise de Paris tornou-se um ponto incrivelmente popular entre os fãs do rock que viajam à França para visitar esse espaço. A sua sepultura original modificou-se bastante por causa do vandalismo sofrido: há grafite e pinturas e foram registrados roubos.


Strawberry Fields no Central Park

Strawberry Fields, localizada na zona central do Central Park de Nova York, é parada obrigatória para aqueles que visitam esta mágica cidade e desejam recordar com nostalgia a John Lennon, que, em vida, costumava passear por esse lugar e dizia que era um dos seus favoritos. Strawberry Fields é uma área elevada de dois acres e meio de superfície, do outro lado da rua dos Dakota Apartments, Central Park West e 72nd Street, onde Lennon foi assassinado em 8 de dezembro de 1980. Cinco ano depois, sua viúva, Yoko Ono, celebrou uma cerimônia em seu nome com o apoio de diplomáticos internacionais, cujos países enviaram presentes a esse jardim. A cidade de Nápoles enviou um mosaico branco e preto em cujo centro estava escrita a palavra Imagine.


Battersea Power Station

E não poderia faltar nessa lista um espaço que lembra a mítica banda Pink Floyd. Aquela fabrica escura que aparece na capa do disco "Animals", gravado em 1977, com o voo de um porco de maneira bizarra, era uma antiga estação elétrica conhecida como Battersea Power Station, do arquiteto Sir Giles Gilbert Scott. A imagem desse lugar tornou-se um ícone que, além do mais, foi levado ao cinema em mais de um filme. Entre elas, essa paisagem também foi outro ícone do rock: "Help", do filme dos Beatles.




 Fontes: Culturizando/Ehow

sábado, 10 de maio de 2014

Músicas de rock que marcaram os anos 90 (parte 1)

Os anos 90 nos brindaram verdadeiras relíquias do rock. Sejam baladas, sejam pesadas, estas musicas marcaram época. Como são muitas canções que merecem ser relembradas, vamos separar cinco inesquecíveis ano por ano.
1990
Miles away - Winger

Knockin' on heaven's door - Guns n' Roses

Thunderstruck - AC/DC
Cherry pie - Warrant
Epic - Faith no more


1991

Smells like teen spirit - Nirvana

Enter Sandman - Metallica

Don't cry - Guns n' Roses
Man in the box - Alice in chains

Give it away - Red hot chili peppers


1992

Even flow - Pearl jam

Keep the faith - Bon Jovi

Everything about you - Ugly kid Joe

Tears in Heaven - Eric Clapton

Drive - REM

Fonte: Tune Caster

domingo, 13 de abril de 2014

Momento intimista: Aerosmith e Slash

Conforme Slash já confessou na sua autobiografia, Aerosmith foi uma das bandas que mais influenciaram sua carreira no cenário musical. Quantas vezes ele, enquanto garoto, não se imaginava sendo o guitarrista Joe Perry e também tocando com ele? Sonho realizado. Mais: isso acontecerá várias vezes ao longo da turnê intitulada Let rock rule, na qual o lendário ex-guitarrista do Guns n' Roses dividirá toda a sua genialidade com os senhores do Aerosmith. Infelizmente, os shows somente serão executados nos EUA e no Canadá.

O anúncio foi feito durante uma apresentação intimista nos EUA no início desta semana. Ao longo de pouco mais de meia hora, a banda de hard rock passeou por hits como Walk this way, Draw the line, Same old song and dance e Pink. Na hora da clássica Mama Kin, Slash deu o ar da graça. Ensimesmado como sempre, mas visivelmente muito feliz por estar lá, o guitarrista cantarolou alguns versos abraçado com um Steven Tyler com cavanhaque e um Joe Perry super agasalhado. O momento ímpar até teve direito a uma brincadeira com Welcome to the jungle. O que será que Axl Rose achou disso?

Confira o vídeo:




sábado, 5 de abril de 2014

Kurt Cobain: 20 anos sem um dos maiores símbolos dos anos 90

Janeiro de 1993. Dois anos depois da segunda edição do Rock in Rio - uma das mais aclamadas e onde um icônico Guns n' Roses reinou absoluto, o Brasil foi palco de mais um importante festival de rock. Com a apresentação de bandas que mexiam com o público brasileiro, como Alice in Chains, L7 e Red Hot Chili Peppers, foi a vez do Hollywood Rock coroar um grupo-símbolo dos anos 90: o Nirvana.

Essa banda se popularizou num momento em que o Guns já dominava há anos o cenário do rock. Em meados de 1992, os videoclipes de Don't cry e November rain ganharam um concorrente de peso na programação da MTV. A canção Smells like teen spirit, do grupo capitaneado por um loiro com traços suaves, mas ao mesmo tempo agressivos, logo arrebatou fãs por todo o mundo. Com início impactante e orquestrada por solos de guitarra competindo com solos de bateria (alguém aí se lembra de um Dave Grohl novinho, magrelo e com longos cabelos atrás desse instrumento?), logo a música ganhou status de clássico do rock.

Ícone 

Eddie Vedder e um saudoso Layne Staley (ex-vocalista do Alice morto em 2002) que nos perdoem, mas Kurt Cobain - o tal loiro agressivo - mesmo com sua morte precoce há exatos 20 anos, é o mais lembrado quando falamos de grunge: gênero popularizado no início dos anos 90 e que chegou com tudo para competir, com toda pompa, com o hard rock que tanto marcou a década anterior. Por isso mesmo Kurt também é recordado por ter dividido com Axl Rose o posto de queridinho do rock naquela época áurea.

Dizem que os bons morrem jovens e alguns coincidentemente se vão no auge da carreira, aos 27 anos. Em 1994, a notícia da morte de Kurt Cobain surpreendeu o mundo. Era estranho, afinal ele e sua banda tinham contabilizado milhões de fãs brasileiros nos anos anteriores e muitos mais após o festival Hollywood Rock. O jovem tinha a promessa de uma carreira intensa pela frente; pelo menos, era o que fãs desejavam. Lembramos dele e de suas caretas. De agressividade dele. Do visual, com um mix de infalíveis tênis All Star e muito xadrez (ditando moda até hoje). Da atitude rebelde. Do olhar melancólico. Da ideia de vida louca, mas com família composta por Courtney Love e Francis Bean - um linda bebê que ganhou fama ao ficar órfã do pai tão cedo. 

Legado

Kurt foi marcante para nossa geração. Arrebatou milhões de adolescentes que se encontravam nas musicas dele. Muitas mensagens eram deprimentes, mas, ao mesmo tempo, expressavam o que o muitos jovens gostariam de dizer. Após alguns meses da morte dele, lembramos com exatidão de um presente: o lançamento do MTV Unplugged in New York - um CD valiosíssimo, atemporal, que continua reinando com versões suaves de clássicos como Come as you are, Dumb, Polly, About a girl, All apologies, além da fantástica versão de The man who sold the world, de David Bowie.

Como bons fãs, tentamos entender o motivo de Kurt ter abandonado não só sua brilhante carreira junto ao Nirvana mas também sua vida. Seria a depressão que o assolava? Seriam os fantasmas que o perseguiam? Há alguns anos, vimos um filme com enredo fictício, mas que ajuda a decodificar o que se passava na cabeça dele. Chamado Últimos dias, foi lançado em 2005 e é uma homenagem ao cantor, ou seja, não é autobiográfico. Quem tiver interesse em assisti-lo, o encontra no You Tube.

Leituras também ajudam a tentar compreender a mensagem que o ex-vocalista do Nirvana quis passar na sua curta passagem pelo mundo. Tem alguns livros no mercado, como a biografia Mais pesado que o céu e o recente Kurt Cobain - a construção do mito, ambos de Charles R. Cross, defensor da ideia de que ele foi o último grande astro do rock.  Explorar o videoclipes e documentários também é uma boa dica para aqueles que não o conheceram ou que simplesmente querem se lembrar da figura emblemática que ele foi. Mas já que o legado mais conhecido são suas musicas, recomendamos ouvir os três álbuns do Nirvana: Bleach, Nevermind e In Utero, além do já mencionado MTV Unplugged, que marcaram toda a geração dos anos 90.

Foto: Márcia Foletto, do jornal O Globo 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Guns n' Roses no Brasil em 2014

O dia começa com a (boa) notícia da turnê do Guns n' Roses no Brasil nos meses de março e abril 
próximos. Claro que, como todos sabem, não é a banda original - somente Axl Rose e Dizzy Reed continuam da formação do início dos anos 90. Mesmo assim, acreditamos que vale a pena conferir a atual, conhecer as novas canções e recordar as antigas que há quase 30 anos fazem tanto sucesso. Confira as datas:

  • 20/03 - Rio de Janeiro
  • 22/03 - Belo Horizonte
  • 25/03 - Brasília
  • 28/03 - São Paulo
  • 30/03 - Curitiba
  • 01/04 - Florianópolis
  • 03/04 - Porto Alegre 

Aviso aos navegantes

Quem já assistiu aos shows da banda sabe que alguns detalhes não podem passar despercebidos:

  • O atraso de Axl: infelizmente já se tornou marca registrada. Portanto, descanse, relaxe e prepare-se para esperar no mínimo uma hora para a apresentação começar;
  • Nova banda: novamente não espere encontrar a que fez um mega sucesso com os álbuns Appetite for Destruction e Use your Illusion 1 e 2, nos anos 80 e 90. Ela não é a mesma; apenas dois integrantes da formação popular permanecem;
  • Voltando ao vocalista parte 1: ele também não é o mesmo Axl sex symbol dos anos 80. Assim como todo mundo, ele envelheceu, engordou e os belos cabelos ruivos não são tão maravilhosos com antes. A voz mudou, embora mantenha algumas características bem particulares;
  • Voltando ao vocalista parte 2: ele proíbe nos shows qualquer tipo de menção ao ex-guitarrista solo Slash, ou seja, nada de cartolas e afins.
  • Novos integrantes: não são os originais, mas não são ruins, portanto dê-lhes uma oportunidade. Destaque para os três guitarristas DJ Ashba, Bumblefoot e Richard Fortus
Em resumo


Guns n' Roses é e sempre será uma das bandas de hard rock mais importantes que já existiram. Para quem gosta ou já gostou na infância ou adolescência e ainda não assistiu a um show, fica a dica: vá, curta, aproveite e tire suas próprias conclusões. E, depois, se quiser, comente o que achou, pois quem acompanha Shine and Rock sabe que Guns é um dos grupos de rock sobre os quais mais escrevemos.

Fonte: G1 

domingo, 17 de novembro de 2013

Rock of ages: filme homenageia o melhor do hard rock dos anos 80

Uma verdadeira homenagem ao melhor do hard rock, especialmente dos anos 80. Assim se resume o musical Rock of ages, versão hollywoodiana, lançado em julho de 2012. A história começa ao som de Paradise city, do Guns n' Roses, que embala a viagem da mocinha do interior rumo à cidade grande Los Angeles. Já no ônibus, a balada Sister Christian do Night Ranger ajuda na esperança de dias melhores para ela poder alcançar o seu sonho de virar cantora. Esse é o mesmo objetivo do garçom do melhor pub de rock daqueles anos chamado Bourbon Room. Ao som de Poison com a clássica Nothing but a good time, o rapaz Drew reclama de ter que ralar e não ser reconhecido.

Depois de ser assaltada, a mocinha Sherrie (Juliane Hough) fica sem sua mala, mas ganha o coração de Drew, que a convida para trabalhar no Bourbon Club. Para comemorar, eles saem para passear e vão direto a uma loja de discos, cuja música de fundo é I remember you, do Skid You (dos anos 90). A seguir, um medley com Juke box hero, do Foreigner (dos anos 70)  e I love rock n' roll de Joan Jett (esta última interpretada pelos atores Alec Baldwin e Russel Brand, com atuações impagáveis). Em seguida, a excelente interpretação da "vilã" Catherine Zeta Jones da música Hit me with your best shot, de Pat Benatar. 

Romance

No primeiro encontro dos mocinhos, a trilha é de Waiting for a girl like you, de Foreigner, que combinou melhor com a voz do ator Diego Boneta. Novamente, ele solta a bela voz ao cantar Don't stop believing, do Journey. Sim, com essa declaração, o namoro é selado. Várias cenas do novo romance são embaladas por Talk dirty to me, do Poison. A paixão é tanta que Cherrie indica  Drew e sua banda para abrir a atração mais esperada daquela noite no pub. Para comemorar, mais um medley, desta vez com More than words, do Extreme, e Heaven, do Warrant.

A atuação mais comentada do filme foi a de Tom Cruise, que deu cara a Stacee Jaxx, o rei do hard rock. E adivinha onde ele tocaria naquela noite? Isso mesmo, no Bourbon. Quando ele entrou no local, a música homônima do filme, originalmente de Deff Leppard, tocou. O astro recebe uma repórter do revista Rolling Stone que lhe pergunta "Como é ser Stacee  Jaxx?". Em resposta à pergunta, ele canta a sua versão de Wanted dead or alive, do Bon Jovi. Logo, ele está no palco, com grandes efeitos de pirotecnia para ninguém botar defeito. Depois, surge um clima entre Stacee e a repórter e I want to know what love is, novamente de Foreigner, esquenta o momento. Destaque para a voz fina de Tom Cruise, que claramente tentou imitar os famosos agudos dos vocalistas do hard rock 80's.

Hora do show

Um mal entendido faz Drew pensar que, ao invés da jornalista, Stacee estava com Sherrie. Com ciúme, ele quase não faz seu show. Mas pensa melhor e resolve cantar sim. O resultado é a fulminante interpretação de I wanna rock, do Twisted sister. O detalhe importante são as várias echarpes do microfone, em uma clara homenagem ao frontman do Aerosmith, Steven Tyler. Depois, a atração da noite solta a fenomenal Pour some sugar on me, do Def Leppard. 

Mal tratada pelo namorado, Sherrie sai pelas ruas desolada. Hora do medley Shadows of the night e Harden my heart, ambas de Pat Benatar. Bringin on the heartbreak do Def Leppard ao fundo mostra um novo caminho à mocinha: uma casa de striptease. Do outro lado, o futuro astro do rock Drew resolve se reerguer ao som de Here I go again, do Whitesnake. Nesse interim, os personagens de Alec e Russel cedem a sua paixão ao som de Can't fight this feeling anymore do Air Supply. 

Enquanto Cherrie se reergue com Any way you want it, de Foreigner, Drew se vê em maus lençóis ao ser levado a formar uma boy band por influência do ex-empresário de Stacee. Os mocinhos coincidentemente se encontram e percebem que a vida de cantores não está dando certo. Nada melhor que Every rose has its torn, do Poison, para esse momento down, que também acomete os outros personagens, inclusive Jaxx, que fica arrasado ao ver uma matéria detonando-o na Rolling Stone.

Rock nunca morre

Para fechar o filme, a luta para manter o rock acesso tanto em Los Angeles quanto no Bourbon room com o medley de We built this city, do Starship, e We're not gonna take it, do Twisted Sister. A seguir No one like you, do Scorpions, mostra a Tom Cruise que ele está apaixonado pela repórter. Após um mico se apresentando com uma boy band, Drew beija Sherrie e mostra que nunca se pode deixar de acreditar nos sonhos ao som da mais famosa música do Journey, Don't stop believing, que supostamente ele compôs para contar a história de sua namorada. The end and the rock never dies.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Rock in Rio 2013: sim, eu vou!

     
Primeiramente, deixo claro que, por ser um blog sobre rock, vou me ater às atrações do Rock in Rio que se enquadram nesse estilo. Nada contra as outras, sejam pop, sejam MPB ou até mesmo axé. Se foram escolhidas, respeito. Porque, sim, a palavra de ordem tem que ser respeito. Não é à toa que artistas dos referidos segmentos vão se apresentar - a organização tem suas estratégias e, ao longo de todas as edições, sempre as teve. E o resultado normalmente é grandioso. E outro ponto: toda edição tem os dias de rock mesmo; quem quer e gosta de rock, portanto, é só ir nesses e não perder o precioso tempo reclamando das demais atrações. E pronto.

Voltando às apresentações de rock do festival que motivaram a compra de três ingressos. Sim, três são os dias suficientes, escolhidos a dedo (Está bem, confesso que, se fosse possível, gostaria de ver The Boss Springsteen...). Estou animada com tudo o que vou ver e ouvir. Curiosa. Quero perceber todos os detalhes. Aproveitar cada segundo. Mal vejo a hora mesmo. Enfim, os três dias que vão contar com a minha presença (e de amigos) na semana que vem serão estes:

Quinta-feira, 19/09

Sim, quase todas as expectativas estão em volta do Metallica, banda cujo show pude apreciar no RIR 2011. Quando é bom, vale a pena ver de novo, e de novo... Espero, particularmente, que, neste ano, The Unforgiven, Harvest of sorrow, The day that never comes, Hit the lights, Whiskey in the jar, entre várias outras músicas top, não faltem. Ah! E se tocar Orion novamente será delírio again. Também acredito que Alice in chains vai fazer um belo show. Já Ghost B.C, apontada como a revelação da vez (em uma clara alusão ao Slipknot de 2011), deve fazer um show no mínimo diferente. Curiosidade mode on.

Chegar ao Palco Sunset é um desafio - afinal não queremos perder o "ponto" na hora do Metallica, mas este ano o espaço vale a pena pelo Sebastian Bach, cujo show já tive a oportunidade de ver quando ele abriu a apresentação do Guns n' Roses em 2011. Estarei lá, "Tião". Os outros artistas, particularmente, não me empolgam muito. Claro que à primeira vista. Pode ser que me surpreenda positivamente (espero).

Sexta-feira, 20/09

Confesso: Bon Jovi é a banda que mais está mexendo comigo este ano. Como fã antiga (gosto desde os sete anos) e amante de hard rock, sei que será inevitável conter a emoção. Conheço todas as músicas. Adoro o estilo do Jon, não só pela beleza, mas também pelo carisma, e sua energia, sem dúvida, vai contagiar toda a plateia, logicamente quase toda composta por mulheres. Minha aposta é que será um dos melhores do Rock in Rio 2013. Agora, tenho que admitir: esse dia, na minha opinião, vale só por essa banda. As outras, embora com sucessos água com açucar famosinhos, não me empolgam. Bom que enquanto elas tocam dá para descansar e guardar (toda) a empolgação para Bon Jovi. Talvez veja o Frejat, que, simpático, deve repetir o bom show da edição anterior.

Domingo, 22/09

Participar do último dia do Rock in Rio já virou hábito (embora o show do Guns de 2011 tenha tido uma enxurrada de críticas, adorei e não me arrependo de ter estado lá). Não é novidade que o Iron Maiden fará "o" show. Bruce Dickinson e cia são amados pelo público brasileiro e vou adorar marcar presença na apresentação deles. Slayer não é lá das minhas preferidas, mas respeito. Tenho curiosidade para ver o que Kiara Rocks vai aprontar para ganhar o público. Avenged Sevenfold, queridinho do rock atual, deve ser interessante. Novamente: assim espero.


sábado, 25 de agosto de 2012

25 anos do lançamento de Appetite for destruction

Existem inúmeras bandas de rock, vários álbuns lançados, incontáveis canções espalhadas por aí. No mundo do hard rock, então...

Se fôssemos elencar os principais discos deste estilo, a seleção, com certeza, seria bem difícil. Entretanto, um deles, lançado há 25 anos, não poderia faltar de modo algum na referida lista.

Julho de 1987. O mundo presenciou o lançamento de Appetite for destruction - o primeiro álbum da então não tão conhecida banda Guns n' Roses. Segundo relatos, imediatamente não fez "aquele" sucesso, mas, aos poucos, o público deu crédito à hair band e às 12 canções que compõem o já mítico disco.

Depois de tanto tempo de lançamento, o álbum ainda é considerado, pela maioria dos gunners, como o mais completo e o que contém as melhores músicas do início ao fim. Shine and Rock concorda!

Capa famosa


O disco em vinil é considerado uma relíquia. A capa é famosa pela imagem agressiva e impactante, que casa muito bem com o título. A contra capa não deixa a desejar; pelo contrário, apresenta a foto dos integrantes originais (Axl, Slash, Duff, Izzy e Steve Adler) super novos e com muita expectativa pela frente.

Hora de recordar as 12 músicas!

  1. Welcome to the jungle
  2. It's so easy
  3. Nightrain
  4. Out ta get me
  5. Mr. Brownstone
  6. Paradise city
  7. My Michelle
  8. Think about you
  9. Sweet child o' mine
  10. You're crazy
  11. Anything goes
  12. Rocket queen
E aí, qual é a mais top?

sábado, 11 de agosto de 2012

Top 10 para o sabadão

Sábado especialmente é dia de rock! Então, que tal uma seleção de músicas indispensáveis e que, com certeza, oferecem a vibração e animação necessárias para o sabadão?

  1. Enter sandman - Metallica



  2. Thunderstruck - AC/DC

  3. Paradise city - Guns N' Roses

  4. Livin' on a prayer - Bon Jovi

  5. Jump - Van Halen

  6. Looks that kill - Motley Crue

  7.  Another one bites the dust -  Queen 

  8. Still of the night - Whitesnake

  9. The trooper - Iron Maiden

  10. Pet sematary - Ramones

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Top 3 - Deep Purple

Ao lembrar de Deep Purple, a música Smoke on the water vem imediatamente à cabeça. É como falar Guns n' Roses e pensar em Sweet child, citar Kiss e já lembrar de Rock and roll all nite e, ainda, AC/DC e o início de Back in black começar a ecoar. São canções tão conhecidas pelo público, roqueiro ou não, que parecem ser os cartões de visita das bandas.

Voltando ao Deep Purple: a mencionada canção é ótima, tem um solo indefectível, letra interessante e tudo mais. Entretanto, a banda em questão tem inúmeras outras músicas, na opinião de Shine and Rock, que merecem seu devido destaque. E têm, sim, sua importância, especialmente pelos apreciadores que acompanham a importante banda inglesa, cujos membros, quase sessentões, continuam a fazer sucesso.

Três imperdíveis:

  1. Highway star - o agudo do vocalista Ian Gillan é sucesso absoluto;
  2. Perfect strangers - tem um quê de nostalgia e cara de balada;
  3. Burn - da época em que David Coverdale foi o vocalista.

sábado, 30 de junho de 2012

Love songs

As músicas de rock que falam de amor sempre têm um detalhe a mais ou um elemento surpresa, como um interessante solo de guitarra, uma bela voz, rouca ou aguda, um videoclipe fantástico, uma letra inspiradora...

Confira esta seleção de dez love songs bem marcantes:

  1. Love of my life - Queen





  2. More than words - Extreme





  3. I live my life for you - Firehouse





  4. More than a feeling - Boston




  5. I don't wanna miss a thing - Aerosmith





  6. This ain't a love song - Bon Jovi





  7. Forever - Kiss





  8. Since I don't have you - Guns n' Roses





  9. To be with you - Mr. Big





  10. Can't stop lovin' you - Van Halen


          

terça-feira, 26 de junho de 2012

Axl Rose peruano canta Rocket Queen em programa de televisão

"Yo soy Axl Rose", avisou, com confiança, o peruano César Osorio, no programa Yo Soy, do Canal Frequencia Latina, veiculado no Peru ontem.

O artista fez uma interessante imitação de Axl Rose, cantando a música Rocket Queen, a última do primeiro álbum do Guns n' Roses, de 1987: Appetite for Destruction.

Confira o vídeo:




Fonte: periódico El Comércio

domingo, 3 de junho de 2012

Sensacional: Izzy toca com Guns n' Roses em Londres

Há exatos três dias, o ex-guitarrista base do Guns n' Roses, Izzy Stradlin, ressurgiu. E por um excelente motivo: ele juntou-se à formação atual da banda para cantar algumas canções, em um show em Londres. Foram poucos, mas bons momentos de nostalgia pura.

Não é surpresa a aparição de Stradlin, afinal, ele tem um bom relacionamento com Axl Rose, e foi ele quem se demitiu da banda na turnê de Use your Illusion I e II, no início dos anos 90. E mais: Stradlin não se envolveu na polêmica da cerimônia do Rock n' Roll Hall of Fame, que aconteceu em abril, e que deixou fãs do mundo todo esperançosos de que Axl tocaria com a formação original do Appetitte for Destruction. Mera ilusão.

Enfim, confira abaixo a execução sensacional de 14 years e repare a felicidade de Axl Rose cantando com ele:



Aproveitando a sessão lembranças, vale a pena recordar, por meio do vídeo abaixo, um dos reencontros entre Axl e Duff McKagan no palco, em 2010. Emocionante. E a canção escolhida é You could be mine.



Agora, só nos resta sonhar que, um dia, reforçando, UM DIA, Axl possa tocar com Slash novamente...

Fonte: Guns n' Roses Brasil

domingo, 27 de maio de 2012

10 músicas clássicas de rock dos anos 80

Os anos 80 ofereceram muitas canções de sucesso que, hoje, quando tocadas em festas temáticas, despertam toda a atenção dos presentes, gerando empolgação. Inevitável não ouvir comentários como "essa eu conheço", "essa é clássica", "nossa, que legal, não ouvia essa música há tanto tempo...", "essa é da minha época", etc.

São várias canções que têm esse cunho saudosista e, portanto, é difícil fazer uma seleção, pois sempre fica o receio de não contemplar todas as melhores. Mas, vamos lá: de repente, vieram à mente estas 10 músicas de rock, que surgiram nos anos 80 e bombam nas pistas até hoje.



  1. Eye of the tiger - Survivor

    Quem a ouve, imediatamente faz um link com o filme Rocky - um dos mais clássicos dos 80's. A batida do início da canção é fantástica e é garantia de sucesso.

     

  2. Your love - The Outfield

    Lançada em 1986, é sucesso absoluto até hoje. Com pegada dançante, não pode faltar nas pistas.




  3. I love rock n' roll - Joan Jett and The Blackhearts 

    Foi depois do fim do grupo The Runaways que Joan conseguiu todos os holofotes, com este hit absoluto, que não pode faltar em todas as festas 80's que se prezem.




  4. Jump - Van Halen

    David Lee Roth empresta sua voz ao maior hit comercial do Van Halen, cujo videoclipe, inclusive, era figura carimbada nas programações da MTV dos anos 80 (e até hoje).



  5. We're not gonna take it - Twisted Sister

    Dee Snider e cia, com seus figurinos e maquiagens extravantes, imprimiram seu nome na história do rock com esta alegre canção.



  6. Under Pressure - Queen and David Bowie

    A junção de uma das melhores bandas de rock e um dos maiores ícones da música só podia resultar num sucesso estrondoso.



  7. AC/DC - You shook me all night long

    Um grupo que não pode faltar nesta lista, AC/DC, com esta música, agrada não só roqueiros, como simpatizantes do rock, os que gostam de dançar, etc.



  8. Livin' on a prayer - Bon Jovi

    Sem dúvida um dos maiores hinos do hard rock dos anos 80. Fato: todos conhecem esta canção.



  9. I love it loud - Kiss

    Não é raro ouvir apreciadores de todas as idades entoando esta canção nas festas, já que ela marcou o início dos anos 80.



  10. Sweet child o' mine - Guns n' Roses

    Não existe festa sem esta canção do Guns, que é considerada a mais pop do grupo. Comentários como "aquela música com o solo do guitarrista de cabelo enrolado e cartola, cantada pelo cara da bandana" são comuns sobre Sweet child. Todos conhecem.


quarta-feira, 18 de abril de 2012

A jogada de mestre de Axl Rose

Axl Rose é o tipo de personalidade que desperta nas pessoas ou o sentimento de amor ou de ódio, nunca de indiferença. Até aí, tudo bem. Quem acompanha a vida do músico, sabe disso.

Agora, quem o ama, o ama mesmo. A prova disso é que, mesmo após ele divulgar uma carta, no início da semana passada, anunciando que não participaria da cerimônia do Rock n' Roll Hall of Fame, alguns fãs continuaram a apoiá-lo acreditando que ele tomara uma decisão polêmica, mas certeira.

Noite inesquecível

A cerimônia aconteceu no sábado, 14 de abril, e contou com a participação de cinco ex-membros do Guns (Slash, Steven Adler, Duff, Matt Sorum e Gilby Clark). O momento foi inesquecível até para os fãs de Axl; afinal, quem gosta dele, com certeza, também gosta da banda. Veja o vídeo do discurso do Duff, no qual destaca que não importava quem tinha comparecido e, sim, a música criada pela banda.

Dias depois...

Seguindo a linha de raciocínio de que os fãs fiéis do Guns n' Roses gostam muito dele e o valorizam, Axl Rose, confiante,  escreveu mais uma carta, divulgada ontem, desta vez desculpando-se por não ter comparecido à cerimônia e ressaltando que temia que os seus seguidores estivessem chateados com ele e, ao detectar que, ao contrário, o apoiavam, o vocalista ficou feliz.

Estratégia? 

Axl, de fato, é polêmico. É um traço da sua excêntrica personalidade. Agora, convenhamos, essa ideia de anunciar que não ia ao evento três dias antes e, exatamente, três dias depois publicar um pedido de perdão, foi uma jogada de mestre para atrair todos os holofotes e, ainda, ele pôde certificar-se de que os seus  fãs são fiéis, independentemente do que ele faça.

Axl pode. Pelo menos para seus fãs.

Foto: show do Guns n' Roses em março de 2010, em Brasília.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Axl acaba com sonho de reunião do Guns original

Em um comunicado oficial, divulgado ontem no jornal dos Estados Unidos L.A. Times, Axl Rose acabou com o sonho de milhares de fãs de todo o mundo, que esperavam ansiosos que a formação original dos Guns n' Roses se juntasse na cerimônia do Rock n' Roll Hall of Fame, que acontece no próximo sábado 14 de abril.

O mundo gunner tinha, ainda, a expectativa de que o grupo tocasse, ao menos, uma canção na oportunidade.  Fãs mais sonhadores, digamos assim, acreditavam que Axl e Slash poderiam até conversar na ocasião. Doce ilusão.

Fim do sonho

Na carta escrita por Axl, disponível tanto no site do Guns n' Roses quanto no Facebook da banda, ele reforça que não só não comparecerá à cerimônia como também não quer que o seu nome seja envolvido em qualquer tipo de referência à introdução do Guns no Rock n' Roll Fame. Ele declarou, ainda, que, embora possa desapontar os fãs, tomou essa decisão em virtude dos boatos de que ele e os membros originais se reuniriam. Mas, o principal problema é o suposto encontro dele com o Slash.Veja a matéria sobre o assunto na íntegra na revista Rolling Stone americana e na brasileira.

Shine and Rock acredita que essa decisão de Axl traz tristeza aos fãs afoitos, embora acredite que ele deve ter seus motivos para ter tomado decisão tão extrema. Posteriormente, saberemos a verdade.

Agora, mais do que nunca, só restam videos e imagens da época gloriosa do Guns. Veja esta, extraída do site Guns n' Roses Brasil, tirada no auge da banda no final dos anos 80.

domingo, 1 de abril de 2012

O talento escondido de Duff

Que Duff McKagan é um excelente baixista, todos sabem. Seja com Guns n' Roses, seja com Velvet Revolver, ou com qualquer outra banda na qual tocou e toca, ele arrasa. Agora, que, além de músico, ele esconde um voz interessante, poucos sabem. Ou, pelo menos, só os fãs mais fervorosos do Guns têm conhecimento desse talento dele.

Momento lembrança: a canção So fine, do disco lançado por essa banda há exatamente 21 anos (Use for Illusion I), revela a voz de Duff, por meio da qual ele expressa suas emoções mais intensas. Pelo menos, no vídeo mais famoso da música, passa essa impressão.

Hora de recordar...

...reforçando um detalhe importante: como a voz suave de Duff faz uma excelente contraposição à do Axl Rose. Muito bom!



sábado, 3 de março de 2012

Live and Let die 2012: Axl arrebenta

50 anos são 50 anos. 50 anos muito bem vividos e repletos de altos e baixos. Mas, algo é certo: dando o que falar sempre. Sempre em evidência. Axl Rose é assim: ou você o ama ou o odeia. Shine and Rock, é claro, o ama e o considera um dos maiores vocalistas de todos os tempos.

O tempo passa. Isso é fato para todos. E para Axl também. Claro que ele não é mais aquele garoto do Appetite for destruction, mas  continua arrebentando com a sua voz única, ímpar e sensacional, confirmando que Guns n' Roses, com ele nos vocais, tem vida longa.

Prova da sua voz fantástica é o vídeo abaixo, do show apresentado na Philadelphia (EUA), no dia 27 de fevereiro último. Você fecha os olhos, ouve a canção e se transporta para exatamente 21 anos atrás, quando Guns n' Roses lançou pela primeira vez esta música do meste Paul McCartney.

A voz de Axl é o destaque do vídeo, com seus agudos inconfundíveis. Confira!