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segunda-feira, 4 de março de 2013

O fantástico disco P.u.l.s.e do Pink Floyd



Ouvir CD's, hoje em dia, parece estranho, retrógrado, para aqueles que se acostumaram a escutar música por meio de iPods, MP3's, pen-drives e cia. Entretanto, quem é daquela época em que ir às lojas, para comprar aquele maravilhoso CD do seu cantor ou banda preferido, era uma grande felicidade sabe da importância de conservá-lo, cuidá-lo e mantê-lo sempre ali ao seu alcance, quando bater aquela súbita vontade de apreciá-lo.

Obra-prima

Comento isso porque, ao limpar uma estante com valiosos CD's de rock, deparei-me com um lançado em 1995, e cujo layout talvez seja um dos mais fantásticos que já existiram: o nome atende por P.u.ls.e. Para quem não sabe, é mais uma obra-prima do lendário grupo inglês Pink Floyd, que contém dois discos, que resultaram da gravação de shows realizados na Europa e nos Estados Unidos ao longo do ano 1994.

O disco em questão é especial para aqueles momentos em que você quer relaxar, se inspirar ou, simplesmente, apreciar excelentes canções. E inevitavelmente relembrar como era bom ouvir um CD inteiro e garantir momentos repletos de prazer e tranquilidade.

Review

O P.u.l.s.e irradia nostalgia aos ouvintes, já que passeia pelos maiores sucessos da carreira da banda, apesar de não contar com o baixista Roger Waters. Como destaque citaria a canção que abre o espetacular álbum: Shine on you crazy diamond, que, com seus 13 minutos e exatos 34 segundos é uma ode à vida e obra do primeiro vocalista e guitarrista Syd Barrett. Sem comentários de tão maravilhosa canção, cujo solo, capitaneado por David Gilmour, é um dos mais belos que existem no mundo do rock.

A seguir, seguem mais hits como Astronomy domine, Learning to fly, Sorrow, Hey you e a mágica High Hopes. Para fechar, a canção mais conhecida do público: Another brick in the wall (part 2).

O início do segundo disco também presenteia os ouvidos com a dobradinha Speak to me e Breathe. A seguir, algumas música do mais famoso álbum do grupo (The dark side of the moon), tais como Time, Money, The great gig in the sky e On the run. Também tem a baladinha Wish you were here - já conhecida do público nem tão fã do Pink. Fechando o disco estão Confortably numb e Run like hell (The Wall) e duas das  melhores do P.u.l.s.e.

Enfim...


Como mencionado anteriormente, este disco é épico, de colecionador mesmo. E, mesmo em uma época em que comprar CDs é uma rara ação, Shine and Rock recomenda ir à loja mais próxima e garantir a belíssima obra-prima chamada P.u.l.s.e. e repassar o valioso disco para todas as próximas gerações. O amor ao rock agradece!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Led Zeppelin e Pink Floyd: referência de rock dos anos 70

Os anos 70 foram extremamente importantes para propagar e popularizar o rock ao redor do mundo. Sim, nessa época, os adeptos ao estilo cresciam vertiginosamente, pois contavam com mais opções de bandas. Essa década foi, ainda, o auge dos vinis (ou LP's), possibilitando as festas regadas a rock n' roll.

Agora, ao pensar na década de 70, embora, nessa época, existissem muitos grupos importantes e que fizeram história, imediatamente veem à cabeça duas bandas: Led Zeppelin e Pink Floyd, as quais, são, para a maioria, os pais do hard rock e do metal, e do rock progressivo, respectivamente.

Led Zeppelin


A importância da banda para o rock é ímpar. Os músicos britânicos Robert Plant (vocalista), Jimmy Page (guitarrista), John Paul Jones (baixista e tecladista) e John Boham (baterista), ao longo de 12 anos de carreira, lançaram três álbuns ao vivo. Veja abaixo os nove de estúdio:

  • Led Zeppelin I (1969)
  • Led Zeppelin II (1969)
  • Led Zeppelin III (1970)
  • Led Zeppelin IV (1971)
  • Houses of the holy (1973)
  • Physical Graffiti (1975)
  • Presence (1976)
  • In throught the out door (1979)
  • Coda (1982)
Maiores sucessos

Difícil elencar somente alguns, afinal, todas as músicas têm um caráter especial. Os maiores sucessos passeiam por baladas e agitadas, sempre com muitos solos de guitarra e bateria ao fundo. Enfim, deve-se ouvir: Stairway to heaven, Kashimir, Tangerine, Rock n' Roll, Immigrant song, Black dog, Thank you, Dancin' days, Whole lotta love, Dazed and Confused, etc.

Importante: a banda acabou em 1980, quando o baterista faleceu; Jimmy Page já foi considerado inúmeras vezes um dos melhores guitarristas que o mundo do rock já teve; Robert Plant seguiu carreira solo e tem, em seu currículo, várias belas canções como Darkness, Darkness.

Pink Floyd

A banda percorre um caminho mais longo, pois nasceu em 1965 e, embora escassamente, continua a se apresentar. Começou com o vocalista e guitarrista Syd Barret, que saiu do grupo em 1968, dando lugar ao sensacional David Gilmour. A formação clássica contava ainda com Roger Waters (baixista e vocalista), Richard Wright (tecladista) e Nick Mason (baterista).

Assim como Led, lançou álbuns incontestavelmente fundamentais para a história do rock, entre os quais a obra-prima The Dark Side of The Moon, de 1973. Outros discos de estúdio foram:
  • The piper gates of the dawn (1967)
  • A saucerful of secrets (1968)
  • More (1969)
  • Ummagumma (1969)
  • Atom heart mother (1970)
  • Meddle (1971)
  • Obscure of clouds (1972)
  • Wish you were here (1975)
  • Animals (1977)
  • The Wall (1979)
  • The final cut (1983)
  • A momentary lapse of reason (1987)
  • The division bell (1994)

Importante: Roger Waters saiu da banda em 1985, seguindo carreira de sucesso; Richard Wright faleceu em setembro de 2008; David Gilmour construiu carreira paralelamente ao Pink Floyd, lançando o exitoso disco On the Island em 2006; o álbum gravado ao vivo de maior sucesso do grupo foi PULSE, de 1994.

Fonte: Wikipedia
Fotos: Facebooks das bandas

domingo, 22 de abril de 2012

The Dark Side of the Moon: referência de bom gosto



O mês de março de 1973 entrou para a história da música. Nesse período, foi lançado um dos álbuns mais importantes que existem de rock e, provavelmente, um dos mais famosos. A capa do disco, cuja imagem é a exposta acima, então, nem se fala. Clássica e atemporal. Referência de bom gosto.

The Dark Side of the Moon, da banda legendária de rock progressivo Pink Floyd, é um álbum cujas canções falam de assuntos aparentemente simples, como:
  • A dificuldade em lidar com o tempo - Time
  • A importância do dinheiro na vida - Money
  • A efemeridade dos relacionamentos - Us and Them
  • A loucura que pode nortear a vida do homem - Brain Damage
  • A valorização do equilíbrio na vida - Breathe
Êxito considerável

Falar de temas cotidianos rendeu ao Pink Floyd grande sucesso comercial não só no seu país natal (Inglaterra), como também em várias regiões do mundo. Nos Estados Unidos, ficou cerca de 800 semanas nas paradas, de acordo com o Billboard, o que seria, mais ou menos, o equivalente a 15 anos como um dos discos mais vendidos nesse país.

David Gilmour, Richard Wright, Nick Mason e Roger Waters, provavelmente, devem ter inúmeras histórias para contar sobre o The Dark Side of The Moon. O último músico, inclusive, falou à revista Rolling Stone sobre os bastidores deste álbum na reportagem Viagem ao lado oscuro. Interessante matéria para conhecer um pouco mais sobre a excelente produção. Veja na íntegra

Primeiro passo

Como disse o Robert Dimery, editor geral do livro 1001 discos para ouvir antes de morrer:
"Para os iniciantes em Pink Floyd, (ouvir) este (álbum) é o primeiro passo". 

Shine and Rock assina embaixo.

sábado, 7 de abril de 2012

Foo Fighters arrebenta 1º dia do Lollapalooza

Alguns minutos antes do horário previsto para começar sua apresentação, às 20h30, o Foo Fighters subiu ao palco do Lollapalooza, que está sendo realizado no Joquey Club de São Paulo, hoje e amanhã, para fechar com chave de ouro a noite do primeiro dia do festival.

Dave Grohl parecia não se conter de alegria nos primeiros segundos que pisou no palco. E os fãs, afoitos, foram presenteados com os brilhantes riffs que anunciavam a primeira canção All my life. Na sequência, gritos inundaram o show, pois começava o hit mais famoso do grupo, Time like these. 

Com uma faixa na cabelo, Grohl demonstrava que, com ele, não tem tempo ruim e sua principal característica é o carisma. Os demais músicos do grupo atuaram sempre no mesmo ritmo, comprovando que não é à toa que Foo Fighters é a melhor banda de rock da atualidade. Em seguida, seguiram as canções Rope e The pretender.

Emoção 

Trajando camiseta, calça jeans e tênis pretos, Grohl comprovou que o tempo só lhe fez bem e o Foo Fighters é a sua realização não só profissional, mas, sim, pessoal. Ao cantar My hero, ele se emocionou. E a platéia mais ainda, quando alguém lançou uma bandeira do Brasil e ele a pegou com firmeza, demonstrando a felicidade de estar de volta ao Brasil, depois de dez anos. 

Ao se apresentar disse "Hey. Hi. We're Foo Fighters. Nice to meet you. We're a band and we have a lot of fuckin' time and fuckin' songs."  Em seguida, continuou a sessão de hits, com Learn to fly, White limo, Arlandria e Breakout.

Gritos

Grohl tem a marcante característica de não cantar as músicas, mas, sim, gritá-las. E isso se evidenciou no show do Lolla. Como que imaginando que deveria economizar sua voz, trocou de lugar com o baterista Taylor Hawkins, o qual cantou com maestria a bonita Cold day in the sun. 

Na sequência, Grohl voltou e foram apresentadas as músicas Long road to ruin, Stacked actors, Walk (para delírio total da plateia, afinal a canção foi premiada no Grammy), Generator, Monkey Wrench (na qual Grohl não economizou gritos) e This is a call.

The Wall

De repente, os espectadores foram agraciados com a interpretação da música In the flesh do disco The Wall do Pink  Floyd, cantada pelo Taylor. Momento grandioso. Roger Waters certamente aprovaria a homenagem.

Oh!

Os fãs do Foo Fighters prestaram uma homenagem ao grupo, quando este cantou a última canção Best of you. Grande parte dos presentes levantou, cada um, um cartaz com a palavra Oh, bem no momento do coro dessa música. Grohl e cia aprovaram a atitude.

Bis

O grupo, depois de tocar For all the cows e Dear Rosemary, convocou a cantora que anteriormente havia se apresentado a retornar. O Joquey Club quase caiu abaixo, quando Joan Jett tocou dois dos seus principais hits junto ao Foo Fighters: Bad reputattion e I love rock n' roll. Para encerrar, como disse Grohl "this song is for you", Everlong.

Tocando grande parte dos seus hits e praticamente o seu último disco inteiro (Wasting Light), Foo Fighters comprova o quão importante é para o cenário do rock da atualidade. E Dave Grohl confirma a simpatia de pessoa que é. Vida longa ao Foo Fighters!

Foto: site do Terra

sexta-feira, 6 de abril de 2012

O espetáculo de Roger Waters

Imagens, videos, reportagens, resenhas, entre outros, comprovam que a passagem de Roger Waters, ex-Pink Floyd, com sua turnê The Wall Live, no Brasil, foi sucesso total. O cantor se apresentou em três cidades brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre), no final do mês de março e no dia 1º de abril último.

O show está sendo executado ao redor do mundo desde setembro de 2010 e, nota-se, mais do que um show, é um espetáculo fantástico. A grandiosidade do The Wall ficará na memória dos espectadores brasileiros. E Waters prova que, pelo menos nesta obra, o seu comando é feito com maestria e precisão incríveis. Atitude de líder; afinal, já é sabido que o disco contém muito da sua história de vida.

Grandiosidade

Vejam o vídeo abaixo da execução da canção Comfortably Numb, no dia 25 de março, em Porto Alegre, que comprova o quão grandioso é o The Wall Live.



terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Time to relax

Existe uma banda de rock cujas músicas têm o incrível poder de relaxar: Pink Floyd - o grupo mais famoso de rock progressivo, formado em 1965, na Inglaterra. É um delícia, depois daquele dia corrido e estressante, tomar um tempo para nós mesmos e viajar ao som dessa banda. Diria que todas as músicas têm o citado poder relaxante, independentemente do disco, com ou sem Syd Barrett ou Roger Waters.

Ambos os músicos mencionados acima tem sua importância. Agora, ao ouvir a canção High Hopes, do disco Division Bell (1994), detectei que se há uma voz que, realmente, deixa as canções ainda mais relaxantes é a do David Gilmour. Sim, a voz dele tem o grande poder de nos fazer viajar, descansar, transportar-nos a um lugar inspirador. Além disso tudo, é um guitarrista nota 10; sem dúvida, um dos melhores que existem.

Pink Floyd é uma banda mágica. Única. Excepcional. Diria até perfeita pelas letras inteligentes e pelo som ímpar.

Apreciem este maravilhoso videoclipe de High Hopes ou apenas ouçam a canção. Vão entender o que falei acima.Garanto.