As músicas de rock que falam de amor sempre têm um detalhe a mais ou um elemento surpresa, como um interessante solo de guitarra, uma bela voz, rouca ou aguda, um videoclipe fantástico, uma letra inspiradora...
Confira esta seleção de dez love songs bem marcantes:
Os anos 70 foram extremamente importantes para propagar e popularizar o rock ao redor do mundo. Sim, nessa época, os adeptos ao estilo cresciam vertiginosamente, pois contavam com mais opções de bandas. Essa década foi, ainda, o auge dos vinis (ou LP's), possibilitando as festas regadas a rock n' roll.
Agora, ao pensar na década de 70, embora, nessa época, existissem muitos grupos importantes e que fizeram história, imediatamente veem à cabeça duas bandas: Led Zeppelin e Pink Floyd, as quais, são, para a maioria, os pais do hard rock e do metal, e do rock progressivo, respectivamente.
Led Zeppelin
A importância da banda para o rock é ímpar. Os músicos britânicos Robert Plant (vocalista), Jimmy Page (guitarrista), John Paul Jones (baixista e tecladista) e John Boham (baterista), ao longo de 12 anos de carreira, lançaram três álbuns ao vivo. Veja abaixo os nove de estúdio:
Importante: a banda acabou em 1980, quando o baterista faleceu; Jimmy Page já foi considerado inúmeras vezes um dos melhores guitarristas que o mundo do rock já teve; Robert Plant seguiu carreira solo e tem, em seu currículo, várias belas canções como Darkness, Darkness.
Pink Floyd
A banda percorre um caminho mais longo, pois nasceu em 1965 e, embora escassamente, continua a se apresentar. Começou com o vocalista e guitarrista Syd Barret, que saiu do grupo em 1968, dando lugar ao sensacional David Gilmour. A formação clássica contava ainda com Roger Waters (baixista e vocalista), Richard Wright (tecladista) e Nick Mason (baterista).
Assim como Led, lançou álbuns incontestavelmente fundamentais para a história do rock, entre os quais a obra-prima The Dark Side of The Moon, de 1973. Outros discos de estúdio foram:
Importante: Roger Waters saiu da banda em 1985, seguindo carreira de sucesso; Richard Wright faleceu em setembro de 2008; David Gilmour construiu carreira paralelamente ao Pink Floyd, lançando o exitoso disco On the Island em 2006; o álbum gravado ao vivo de maior sucesso do grupo foi PULSE, de 1994.
"Yo soy Axl Rose", avisou, com confiança, o peruano César Osorio, no programa Yo Soy, do Canal Frequencia Latina, veiculado no Peru ontem.
O artista fez uma interessante imitação de Axl Rose, cantando a música Rocket Queen, a última do primeiro álbum do Guns n' Roses, de 1987: Appetite for Destruction.
Ao sintonizar em uma rádio especialista em flash-backs e baladas, é praticamente certeza execuções de canções da banda americana Journey, a qual existe há quase 40 anos Apesar de ainda marcar presença no mundo da música (tocou no Brasil em 2011), foi nos anos 80 que atingiu sucesso total .
Uma característica marcante do grupo é presença do teclado- instrumento típico das bandas que fizeram sucesso na chamada década perdida. Journey chamou, também, a atenção pela troca de vocalistas. O primeiro foi Steve Perry (1977 a 1987). Depois, Steve Augeri (1998 a 2006). Jeff Scott Soto ficou apenas um ano (2006 a 2007), mas é um dos mais conhecidos. O atual vocalista é Arnel Pineda, de 2007 para cá e com o qual se apresentou no País.
The Voice
As mais belas canções do grupo, na opinião de Shine and Rock, coincidentemente, contam com o vocal de Steve Perry, quem, segundo alguns apreciadores, recebeu o apelido "The Voice". Os vídeos abaixo das músicas Don't stop believin', Faithfully e Open arms comprovam o porquê da interessante denominação.
Quando era criança e perguntava para meus pais qual era a melhor banda do mundo; sem titubear, eles diziam "The Beatles". Cresci, então, ouvindo esse grupo e muitas outras relíquias musicais, entre elas: Pink Floyd, Led Zeppelin, Jimi Hendrix...
Voltando aos Beatles. Durante muito tempo me perguntei por que era a melhor banda do mundo. Investiguei, li, escutei, vi e, finalmente, constatei a importância do grupo. E concordei que, nos anos 60, eles reinaram absolutamente e eram, de fato, "os melhores do mundo". É só pensar: contestação à época, cabelos compridos à época, histeria explícita das garotas e admiração contida dos garotos, e rebeldia também. Sim, toda banda que se preze de rock, tem que ter a tal rebeldia. Enfim: se não fosse o quarteto fantástico de Liverpool, talvez o rock n' roll tivesse tomado outro rumo. Entretanto, é difícil pensar nessa hipótese; afinal, o que seria de nós, rockeiros, sem The Beatles?
Essa rápida reflexão acontece quando o mais bem sucedido dos beatles (vivo) completa 70 anos: Paul McCartney. Ele ainda faz e acontece. Sempre. Seus shows lotam. Todos querem ver e contemplar a lenda-viva e o legado musical fantástico que ele e seus ex-companheiros realizaram. E acredito, piamente, que quem foi uma vez ao seu show, quer ir novamente. O espectador quer ver cada ruga e entusiasmo de Paul. Cada ruga do Paul remete a uma situação, fato ou acontecimento, que o mundo inteiro pôde presenciar. Afinal o beatle entrou muito novo no grupo: com apenas 18 anos já se apresentava no Cavern Club, em Londres. E a partir daí todos os apreciadores conhecem a história.
Voltando à minha infância: lembrar dos Beatles é lembrar de Paul (o beatle dos quais meus pais sempre falavam, pelo menos nos anos 80. Talvez porque John Lennon já tivesse se ido). E ao lembrar de Paul, imediatamente me vem à cabeça esta canção, de 1969, e uma das últimas do grupo.
Gosto do som. Gosto da letra. Gosto muito de Let it be.