domingo, 21 de outubro de 2012

A mais nova balada do Aerosmith

É incrível o poder que o Aerosmith tem, especialmente pela poderosa voz de Steven Tyler, de transformar canções cujas letras são água com açúcar em êxitos. Ao longo de mais de 40 anos de estrada, a banda coleciona várias baladas que viraram hits absolutos. Alguns exemplos são Crazy, Cryin', Amazing (a tríade mais conhecida da banda), Hole in my soul, Angel, Dream on, What it takes, You see me crying, entre vários outros.

A mais recente música romântica do grupo que já está chamando a atenção dos fãs de baladas do estilo hard rock chama-se What could have been love. E já prevendo que a canção fará bastante sucesso, Aerosmith acabou de lançar o videoclipe, que, assim como os hits mencionados acima, tem uma super produção e conta uma história de amor. Shine and Rock aprovou!




A canção faz parte do mais recente álbum da banda chamado Music for another dimension, que promete ser lançado no início do mês que vem.

domingo, 7 de outubro de 2012

Poison: uma hair band de sucesso

Os anos 80 foram o auge das hair bands - grupos de rock, especialmente de hard, que primavam por apresentar um visual exagerado e colorido. Os cabelos? Sempre despenteados ou com laquê ou  permanente. Brilhos e diferentes prints eram presença constante nas roupas. Enfim, marcaram época e garantiram canções interessantes e videoclipes engraçados.

Uma das bandas desse estilo chama-se Poison. A formação original, que fez bastante sucesso em meados da década de 80, contava com Brett Michaels no vocal, Bobby Doll, no baixo, CC DeVille, na guitarra, e Rikki Rokket, na bateria. Como bons componentes de uma hair band, abusavam dos figurinos pra lá de extravagantes e, ainda, usavam maquiagens.

Que tal relembrar cinco vídeos dessa época?


  1. Unskinny boop

  2. Fallen angel

  3. Cry tought

  4. Ride the wind

  5. Talk dirty to me

sábado, 6 de outubro de 2012

O sonho de ver AC/DC


Como boa amante do rock n' roll, já tive a oportunidade de apreciar alguns shows de peso, inclusive, bem de perto do palco. Acredito, piamente, que ver seus ídolos a pouco metros é uma sensação maravilhosa. Ouvir ao vivo as músicas que você adora, e sempre cantou, também é sensacional. Só quem gosta mesmo sabe do que estou falando. Sabe que shows de rock são, realmente, investimentos.

Falando nisso...

Há apresentações de vários grupos que ainda anseio ver; inúmeras, na verdade. Agora, se existe uma banda que sonho ver há muito, muito tempo, é AC/DC. Sim, tenho certeza de que é O espetáculo. Pessoas que tiveram a oportunidade de assistir ao último show no Brasil me confirmaram: é alucinante do início ao fim. Como tenho o DVD Live in River Plate, confio 100% no que falaram.

Pensa só assistir ali na sua frente a execução de Hells Bells? E You shook me all night long? E ainda Back in black, Thunderstruck, TNT, It's a long way to the top if you wanna rock n' roll, The Jack, Highway to hell... Só de imaginar, fico em êxtase!

Outro ponto importante é ver os artistas e todas suas nuances, em especial um dos melhores guitarristas que existem e, sem dúvida, um ícone: Angus Young. Novamente faço alusão ao que já me disseram: ele faz um show à parte e cada trejeito dele ganha toda a plateia.

Vale sonhar!

Boatos do mundo do rock vivem tentando acabar com a esperança de ver AC/DC no Brasil novamente. É um tal de Brian Johnson estar doente, do grupo não querer mais fazer turnês, dos artistas não terem aceitado tocar em um estádio de futebol, entre várias outras. Mas, como boa fã, acredito que vale sonhar. E, se um dia, a banda voltar, estarei lá, curtindo cada segundo da apresentação de uma das maiores bandas de hard rock de todos os tempos!

Foto: site oficial da banda

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Um ano do show do Metallica no Rock no Rio 2011

Impossível esquecer aquele frio domingo, 25 de setembro de 2011, no Rio de Janeiro. A cidade inteira parecia estar ansiosa para começar logo o dia do metal. Pelos calçadões das praias, turistas de todo o País passeavam vestidos de preto: visual básico. Os ônibus, vans e taxis recolhiam das ruas os fãs das bandas que tocariam no festival. Mas a grande atracão do dia era, sem dúvida, o Metallica.

Já na cidade do rock, a ansiedade para ver James Hetfield e cia somente crescia. Heinekens à vista e, após um rápido lanche, era hora de pegar um lugar estratégico - quanto mais perto do palco, melhor. As duas primeiras apresentações, respectivamente de Gloria e Coheed and Cambria, levantaram o público com covers do Pantera e Iron. Lemmy e seu Mothorhead esquentaram com seus hits. Embora o show seguinte, do Slipknot, tenha enlouquecido a galera, já passava da hora do Metallica apresentar o melhor show do RIR 2011.

Do you feel it?

Estava tocando a música It's a long way to the top do AC/DC, quando, de repente, todas as luzes se apagaram. Impossível não se arrepiar com a execução do The ecstasy of the gold. Quando, então, começou Creeping death, o sonho começou a se realizar. A vontade de ver aquele show e aproveitá-lo ao máximo, com certeza, era a vontade dos cerca de 100 mil espectadores.

As vibrações eram tão positivas e cheias de energia que James parecia estar no céu ao cantar. Trujillo fez valer a famosa linha de baixo em From whom the bells tolls. Vieram Fuel, Ride The lightning, Sanitarium, Fade to black... depois alguns hits do álbum Death Magnetic, como Cyanide e All nightmare long. Tudo maravilhoso para quem assistia a poucos metros de distância.

O momento

Há exatamente um ano, reafirmo que o momento mais marcante do show foi quando a banda tocou Orion. Sinceramente, parecia mentira de tão bom de ver e ouvir! Alguns presentes comentavam que o melhor baixista fora o Cliff Burton. E ele ganhou sua justa homenagem, pois alguns sortudos que conseguiram ficar na frente levaram uma grande faixa - feito este que emocionou todo o grupo.

Engraçado que parece que a ficha somente caiu após a explosão de hits como Blackned, Sad but true, Master, Enter Sandman, One... Aliás, sensacionais os shows de pirotecnia! Nessa hora, parecia que todos estávamos dentro de um DVD do Big 4... (Como tenho, sabia exatamente a sequência).

Estamos juntos

A interação da banda com o público é fantástica e os artistas puderam comprovar isso no RIR. James se arriscou a falar algumas palavras em português e as mais célebres foram em forma de pergunta: "Estamos juntos?", dizia ele com um sotaque nota 10. Outro ponto é que, notoriamente, ele estava encantado de voltar a tocar Rio de Janeiro, já que citou o nome da cidade várias vezes, empolgando a plateia com o seu "Rio, do you feel it?".

No bis, I am evil, Whiplash e, obviamente, Seek and destroy. Nesta canção, várias bolas de plástico foram lançadas ao público, para mais momentos de delírio.

Acredito que o show durou pouco mais que duas horas. Para que mais?  O importante foi estar lá e o mais à frente possível, sendo empurrada, gritando, curtindo todos os momentos do melhor show da edição de 2011- o mais rock, literalmente.

São tantos detalhes... Escrever é uma delícia, mas neste caso vale a máxima: só sabe quem esteve lá! Afinal, o dia 25/09/11 ficou marcado na memória de todos aqueles que viveram e respiraram metal na cidade do rock. Sensacional.

sábado, 22 de setembro de 2012

Aerosmith cover deixa público em êxtase

Puro êxtase. Delírio total. Intensa alegria. Estas foram as sensações que o show do Aerosmith cover, que aconteceu ontem, no Samauma, em Goiânia, despertou no público. Quem esteve presente aproveitou cada segundo da fantástica apresentação da banda paulista Fever, cantou todas as músicas em coro e saiu com a sensação de quero mais.

Os artistas fizeram um show completo, com direito a solos e interpretações fiéis à banda, inclusive relembrando a intensa parceria entre Steven Tyler e Joe Perry. Os lenços no microfone estavam lá e o vocalista cover impressionou pela semelhança com o original. A voz? Também!

Mix de sucessos

A banda tocou os principais hits do Aero, os quais, aliás, eram conhecidos do público, que os entoou a uma só voz, tornando o show super interativo. Falling in love, Eat the rich, Love in an elevator, Cryin', Jaded, Fly away from here, Dude's like a lady, Train keep A-Rolling foram alguns sucessos. A mais pedida, cantada, esperada foi, é claro, Crazy. 

Algumas particularidades do show:
  • O público pediu, incessantemente, a canção Hole in my soul. O vocalista, entretanto, disse que o grupo não a tocava por achá-la "chata". Por alguns segundos, os fãs do Aero fizeram cara de decepção, a qual foi desmanchada quando o artista começou a cantá-la à capela e, em seguida, o grupo todo acompanhou. O solo do "Joe Perry"? Indefectível. Momento ímpar, já que é raro covers tocarem a bela canção;
  • A execução da linda música do álbum Pump (1989), What it takes, foi a surpresa da noite. Apesar de ser considerada um pouco lado B, por aqueles que não são tão apreciadores do Aero, quem estava no pub ontem a cantou toda e com bastante empolgação;
  • O momento "emoção" da noite foi quando o vocalista anunciou que tocaria a canção de que mais gosta. Em segundos, o público viajou ao som de Dream on e do verso Dream untill your dream come true;
  • A pedido do público, que solicitou a sua execução em coro, veio a penúltima: Angel. Os rostos dos artistas denunciaram que tocar esta canção é um prazer para eles;
  • Living on the edge foi a música escolhida para encerrar o show. Sensacional. Maravilhosa. E o público aplaudiu, com gosto, a excelente banda cover, demonstrando que, em Goiânia, tem, sim, gente com bom gosto musical.
Enfim...

Em outra oportunidade, se não me engano há uns três anos, já tinha visto um show desta banda. Continua sensacional. A minha visão é que mudou, pois, anteriormente, não tinha apreciado um show do Aerosmith. Hoje, confirmo o que vi a alguns metros na minha frente, na apresentação do grupo no Palestra Italia em São Paulo, no dia 29 de maio de 2010: é a banda mais importante para mim, pois foi a que me ensinou a gostar, mesmo, de rock, aos nove anos de idade. Então, assistir a um cover do Aero é relembrar e reviver cada detalhe desse dia inesquecível.

Confira o site da banda Fever: http://www.aerosmithcover.com/